sábado, 17 de agosto de 2019



Onde é mais seguro morar?


Para as grandes cidades urbanas, a segurança contra ladrões e assaltos é uma das maiores preocupações. Quando alguém pensa em comprar ou alugar um lugar para morar, normalmente leva em conta apenas critérios como a paisagem vista da janela ou do quintal, o conforto, o comércio próximo e a facilidade de acesso. São itens realmente importantes, porém não são os únicos que devem ser levados em conta.
Neste post vamos mostrar um comparativo entre apartamentos, condomínios e casas com frente para a rua, considerando suas fragilidades e seus pontos fortes. A pesquisa foi realizada pela VEJA Segurança com especialistas em segurança residencial.
Vale ressaltar que, ninguém é obrigado a deixar a casa de seus sonhos depois de conhecer as diferenças. Mais importante do que isso é estar ciente de cada uma das fragilidades para se precaver contra surpresas desagradáveis.
Casa
casa
Vantagens
  • Uma casa pode ser um prazer constante para quem gosta de plantas e animais.
  • Quintais e jardins proporcionam mais espaço às crianças, com a vantagem adicional de elas estarem sempre ao alcance da vista dos pais.
  • Morar numa boa casa é, sem dúvida, mais charmoso que viver num apartamento de igual conforto.
  • O tamanho dos cômodos é, em geral, um ponto a favor.
  • Numa casa, brigas e discussões com vizinhos são menos freqüentes do que em apartamentos.
  • Depende apenas da própria família o cuidado ao fechar portas e janelas.
  • Não se permite a entrada de pessoas desconhecidas.
Desvantagens
  • Os custos de manutenção são maiores. Dá mais trabalho manter tudo em ordem.
  • A construção de prédios na vizinhança faz o quintal ficar muito devassado.
  • A segurança perde. O roubo acontece com mais facilidade em uma casa porque em geral a vigilância é menor.
  • Abrir o portão para entrar e sair de casa é um perigo. É quando se está mais vulnerável à ação dos bandidos.
  • A maioria dos latrocínios – roubos seguidos de morte – acontece em casas térreas.
  • Custear um bom sistema de proteção pesa excessivamente no bolso de uma família de classe média.
Casa em condomínio
Casa em condomínio
Vantagens
  • Crianças podem brincar na rua com muito mais liberdade. O risco de atropelamento é bem menor.
  • Maior área verde, organização e estrutura de lazer, cujos custos também são muito menores.
  • Geralmente os condomínios são mais silenciosos, o que representa conforto inigualável
  • Em relação à segurança, os muros altos e as guaritas são uma tranqüilidade a mais.
  • O compartilhamento dos custos do esquema de proteção possibilita usar sistemas mais sofisticados.
  • A probabilidade de um bandido render os moradores é quase nula, porque o acesso é vigiado.
  • Com menos gente andando nas ruas, a vigilância é facilitada, assim como a captura de quem se aventure a assaltar.
Desvantagens
  • O isolamento é um problema. Geralmente esses condomínios ficam em áreas afastadas, o que cria transtornos de deslocamento.
  • Numa emergência, às vezes é mais complicado chegar a um pronto-socorro.
  • Alguns psicólogos acreditam que morar em condomínio cria um mundo irreal para as crianças e as torna menos preparadas para o contato com a vida real.
  • Do ponto de vista da segurança, condomínios costumam inspirar excessiva confiança. Acaba-se ignorando procedimentos mais corriqueiros de precaução, como trancar portas e janelas.
Apartamento
apartamento
Vantagens
  • A manutenção de apartamento é muito mais barata que a de casa.
  • Também é menos trabalhoso, porque os funcionários cuidam da manutenção e da limpeza.
  • Normalmente, a possibilidade de vista bonita é maior e, em muitos casos, conta-se com infra-estrutura de serviços.
  • A segurança também ganha. Dificilmente um único homem consegue praticar um assalto.
  • São necessárias pelo menos três pessoas para o êxito numa ação em edifício.
  • A presença do porteiro, mesmo que não seja do tipo atlético, inibe o ladrão.
  • Num edifício, todos os custos se reduzem porque são divididos entre os moradores. Não é diferente com vigilantes e sistemas de alarme.
Desvantagens
  • O barulho dos vizinhos às vezes incomoda.
  • É incompatível com o gosto pela criação de animais.
  • O espaço externo de lazer e a área verde são menores que em casa térrea e em condomínio.
  • Nem sempre a convivência com outros moradores é harmoniosa. São freqüentes os desentendimentos sobre como gerir o prédio.
  • A segurança se fragiliza quando é maior a circulação de visitantes e prestadores de serviço. Isso pode facilitar a entrada e a ação de assaltantes. O risco de descuidos aumenta.
  • Uma vez dentro do edifício, os bandidos estão livres para promover um arrastão, roubando vários apartamentos de uma só vez sem despertar a atenção da polícia.
Fonte: Veja Segurança.

Água de reuso é opção para condomínio sustentável


Os benefícios do reuso de água são diversos e ajudam a preservar os recursos do meio ambiente.

​​Utilizar água de reuso é uma excelente opção para tornar um condomínio sustentável. Além da água da chuva, também é possível reaproveitar a água cinza, que é aquela água de reuso proveniente de banhos, máquinas de lavar roupa e lavatórios de banheiro.

São as águas que não entraram em contato com águas negras, nome dado ao efluente com fezes e urina. A água usada na cozinha e nos vasos sanitários não conta como água cinza, devido às suas características.

Portanto, caso haja uma lavanderia e chuveiros que são frequentemente usados no condomínio, o reuso de água cinza pode ser viável. Os benefícios do reuso de água são diversos: além de representar uma solução sustentável para preservar os recursos do meio ambiente, também traz economia na conta de água no fim do mês e uma segurança para os moradores em caso de crise hídrica.

A água de reuso pode conter micro-organismos prejudiciais ao ser humano, além de sujeiras, oleosidade, suor, urina, químicos de sabão, amaciantes… O seu uso, portanto, deve ser restrito a certas atividades e pode ser necessário fazer o tratamento dessa água.
Como aproveitar a água de reuso

A água de reuso pode ser usada para fins não potáveis como: descargas de bacias sanitárias, limpeza de pisos e paredes, irrigação de jardins e árvores (somente se não houver cloro ou alvejante na água), limpeza de veículos (enxaguar com água limpa), reutilização na máquina para tecidos mais grosseiros – como tapetes e panos de chão.

Por outro lado, a água de reuso não pode ser usada para: tomar banho, beber ou cozinhar, dar banho em animais, irrigar hortas cujos alimentos serão consumidos, irrigar gramados usados para praticar esportes onde há contato da superfície com o corpo.
​Reuso nos apartamentos

Aproveitar a água de reuso é um pouco mais difícil dentro dos apartamentos, já que em geral os prédios não possuem uma tubulação específica que separe a água negra da água cinza – e fazer a adaptação torna o investimento muito alto. O que pode ser feito é a coleta da água do chuveiro ou da máquina de lavar, pois a NBR 13969 de 1997 diz que essa água pode ser reutilizada em descargas de bacias sanitárias, passando apenas por uma desinfecção simples.
Reuso nas áreas comuns do condomínio

Se seu condomínio possui uma lavanderia e chuveiros coletivos que consomem uma grande quantidade de água, é viável a implantação de um processo de reuso mais complexo interligado com o sistema hidráulico dessas áreas.

O sistema hidráulico da água de reuso deve ser instalado de maneira totalmente independente do sistema de abastecimento de água potável e de esgoto. Os pontos de saída de água de reuso devem ser sinalizados e identificados diferentemente da água da chuva. Os funcionários que tiverem contato com o sistema devem receber instruções de manejo adequado.

O projeto será como uma estação compacta de tratamento de água de reuso (Etar) e funcionará com coletores, um sistema de tubulações verticais e horizontais para transportar o efluente dos chuveiros, lavatórios e máquinas de lavar para o local de armazenamento. O armazenamento ocorre em reservatórios até a água passar pelo tratamento e ser distribuída novamente para os locais em que pode ser reutilizada.

Existem diversos tratamentos para água de reuso que podem ser adotados em um condomínio sustentável, mas eles variam de acordo com o uso final da água, espaço disponível para instalação do sistema, volume a ser tratado, entre outras variáveis. Será necessária a contratação de uma empresa especializada para a instalação do sistema de reuso, analisar a situação do edifício e estimar os custos.

Ainda falta uma legislação oficial para regulamentar e padronizar a prática do reuso de água, quando houver um manual com orientações claras essa prática será facilmente aplicada, economizando recursos naturais e gastos com o tratamento de esgoto.

17 DE AGOSTO DE 2019
LEANDRO KARNAL

BALADA DO LOUCO


É o mais sólido e tradicional clichê que somos todos, em algum grau, loucos. Como a maioria é algo estranha, ser louco conteria um certo charme. O glamour da insanidade aparece na belíssima Balada do Louco: Mais louco é quem me diz, e não é feliz..., dos Mutantes, que ganhou registros com Ney Matogrosso, Rita Lee e Cida Moreira. A normalidade é tediosa, opressiva e até pecaminosa, algo que ecoa Erasmo de Roterdã (O Elogio da Loucura) ou Paulo Apóstolo (I Coríntios 4,10).

O sonho da contracultura articula-se com a postura de considerar que a vida enquadrada é "careta", antiga, ultrapassada e você, cumprindo todo o trajeto da "normalidade", acaba apenas servindo de massa de manobra. A sinceridade dos loucos e outsiders sempre foi admirada como emanação de algum acesso a um conhecimento superior.

Não seja mais um tijolo no muro, não marche para a mesmice: é o tema recomendado do clássico The Wall, de Pink Floyd. Um jovem que não tenha sido seduzido em algum momento pela ideia da insanidade contestadora de um Hamlet a apontar coisas podres no reino da Dinamarca, provavelmente, não é um jovem de verdade. Hoje quase uma denúncia de idade, lembro de um livro clássico da minha juventude: O Louco, de Khalil Gibran.

Narrei a loucura poética. Ela é irmã da contestação, da rebeldia criativa, da insubordinação contra poderes. O louco manso e criativo ri, diz aquilo que está engasgado na garganta dos comuns racionais e infelizes. A poesia-hino do levante contra o tradicional é o famoso Cântico Negro, de José Régio. Sim, a plateia ralou no emprego para obter a soma do ingresso, seguiu ordenadamente até o lugar numerado, chegou no horário previsto, arrumou-se para isso e seguiu organizada e racional.

De repente, a genial artista recita o cântico e todos apoiam e gritam. Era o momento permitido de rebeldia. Depois, em ordem e pagando estacionamentos extorsivos, todos voltamos para nossas casas. Para ser muito louco, hoje, precisamos de renda sólida, diferentemente dos filósofos cínicos como Diógenes, que podiam ser pobres e perturbados.

Tenho temido o crescimento do outro tipo de loucura, aquela amparada na classificação psiquiátrica. Acompanho, com horror, cenas como o perigoso empurrão de uma senhora sobre o padre Marcelo ou o casal de mulheres que tortura e mata um menino: é uma lista infindável de pessoas que não apresentam a loucura risível, todavia a perigosa e assassina.

O mesmo Erasmo de Roterdã fazia questão de separar uma loucura espirituosa da fúria, proveniente dos infernos. Crescem as ações perpetradas por pessoas diagnosticadas em alguma página do catálogo médico. Por questões jurídicas, mesmo tendo realizado crimes hediondos ou executado atentados terríveis, por vezes os médicos concluem que são inimputáveis. Por definição, um grau de perturbação mental elevado pode justificar a inimputabilidade, pois a vítima deixa de ter consciência do que faz. Nós que, com sorte, só temos graus leves de insanidade somos perfeitamente passivos de todo o peso da lei, o que não deixa de causar uma injusta indignação em muitos.

Em vários sistemas jurídicos do passado, não existiam atenuantes como transtornos psíquicos. Na Idade Média, uma criança poderia ser perfeitamente julgada, torturada e condenada, pois ainda inexistia o conceito de inimputabilidade ou mesmo o conceito de criança. Em tradições como a inglesa, os juízes podem decidir que alguém de 10 anos, tendo cometido crime grave, pode ser julgado e até condenado.

O medo social existe sempre. E se um louco me atacar? O que eu posso fazer? Retomando o caso conhecido do padre Marcelo: como evitar o medo de que atos violentos se repitam? Em um ambiente em que tantas pessoas manifestam seus ódios de forma tão polarizada e evidente, em que o rancor aflora de todos os lados em redes sociais, como garantir que os leitores de discursos explosivos sejam pessoas sensatas que saibam que há algo profundamente retórico naquilo tudo?

A loucura dos grandes deve ser vigiada, reflete o rei Cláudio ao pensar nas estranhas ações do jovem Hamlet. E a loucura cotidiana dos pequenos? E o delírio diluído em milhares de pessoas que abastecem seu desvario nas redes? E os seres "normais", tranquilos, trabalhadores e pontuais que, dirigindo um automóvel privado, moto, táxi, ônibus ou patinete, agem como se fossem Átila e pisoteiam/rodam um solo sobre o qual nem a grama ou a civilização crescerá de novo? Que outros continentes de loucura no oceano da razão descobriremos como o Alienista criado por Machado de Assis?

Que tempos felizes eram aqueles nos quais os romanos identificavam em Calígula, Nero ou Heliogábalo a insanidade clara e passível de eliminação! Que época abençoada: havia um louco e ele morria e pronto, o mundo melhorava... Outra era. O rei George III da Inglaterra e D. Maria I de Portugal foram atacados de insanidade e tiveram o mesmo médico, por sinal. A loucura do governante britânico não impediu a decolagem do poder inglês no século 19. A demência da avó de D. Pedro I não deteve o declínio português.

Parafraseando o coveiro de Hamlet, enviaram D. Maria I, louca, para o Brasil. Aqui se curaria e, se tal não ocorresse, poucos notariam a diferença. D. Maria gritava dos janelões do convento do Carmo no Rio de Janeiro. Ninguém a ouvia. Os gritos dos loucos, no Brasil, raramente superam os da "gente de bem". É preciso ter esperança e, talvez, alguma sanidade. Enquanto for possível.

LEANDRO KARNAL

sexta-feira, 16 de agosto de 2019




Bolsonaro anunciou que custo será referenciado no IPCA, o que pode reduzir juro em até 31,5%

Caixa deverá lançar mudança no financiamento habitacional oficialmente na semana que vem
A mudança na regra do crédito imobiliário da Caixa anunciada na noite de quinta-feira (15) pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo presidente da Caixa, Pedro Guimarães, pode levar a um aumento na procura por financiamento e incentivar a competição entre entidades de crédito, segundo especialistas ouvidos por GaúchaZH.

Na semana que vem, a Caixa deve lançar um novo cálculo na concessão de crédito imobiliário, que passaria a ter seu custo indexado ao IPCA, índice que mede a inflação. A medida pode levar a uma redução de até 31,5% no juro dos financiamentos, se considerada a inflação projetada pelo IBGE para este ano de 3,82%, segundo o jornal Folha de S. Paulo.

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Os especialistas consideram a mudança benéfica para o tomador de crédito, mas alertam que o custo pode ser afetado por um eventual aumento na inflação a longo prazo:

Acho improvável, pois a expectativa é a economia ficar controlada, e a inflação, baixa, mas é importante alertar para esse risco. É um cenário difícil de ocorrer, mas não impossível — afirma Severo. Essa hipótese aumenta a importância de o tomador de crédito referenciado no IPCA proteger suas economias do efeito da inflação, segundo Pires:

Se a inflação subir, com certeza vai impactar as pessoas se elas não tiverem um título público (indexado à inflação) que a proteja na outra ponta. Na medida em que sobe o custo do dinheiro, elas terão de buscar um consultor de investimento, investir mais o dinheiro, deixar de gastar agora e programar mais os gastos futuros. 

Independentemente da taxa praticada, a compra de um imóvel deve ser cuidadosamente planejada para evitar dissabores, ressalta Severo:

Já atendi pessoas que foram morar sozinhas ou se juntaram com alguém em um apartamento de um quarto e, depois de cinco anos, tiveram filhos e precisaram se mudar. Só que ainda estavam pagando o imóvel. O ideal é projetar os próximos cinco ou 10 anos de sua vida para avaliar se faz mais sentido comprar ou alugar.


9 MOTIVOS INDISCUTÍVEIS PARA INVESTIR EM IMÓVEIS!

Quem planeja o futuro sabe que também é preciso pensar nas melhores formas de investir dinheiro. Afinal, com tantos aspectos que dizem respeito aos investimentos, como segurança, liquidez e retorno, é preciso analisar bem cada detalhe antes de realizar uma aplicação.

Quer uma mãozinha para começar? Neste post, apresentaremos a você 9 motivos para investir em imóveis. Confira!

1. Segurança
Alinhar os investimentos pelo nível do risco que oferecem é uma estratégia bastante utilizada pelos investidores que visam minimizar as perdas financeiras. Assim, é comum ouvirmos falar em investimentos de alto risco e investimentos de baixo risco.

De modo geral, investir em imóveis é correr risco praticamente nulo. Isso porque é patrimônio sólido, formado por um bem que não muda de lugar, pode ser identificado com muita facilidade e tende a se valorizar ao longo do tempo.

Como essas características oferecem muita segurança a quem investe, é válido afirmar que os imóveis estão entre os investimentos de menor risco disponíveis no mercado.

2. Aumento de patrimônio
Decidir fazer investimentos seguros e duráveis logo nos leva a pensar na formação de um patrimônio. Não é por acaso que as empresas e as pessoas que escolhem investir na formação patrimonial optam por imóveis como uma das linhas de investimento prioritárias.

Veja que os imóveis não estão sujeitos a quebras de bancos ou quedas bruscas no mercado financeiro. Eles são bens tangíveis, que você pode redecorar e aumentar a atratividade e valor, seja para locação ou venda.

3. Resistência ao tempo
Imóveis são bens duráveis, pois sua utilização se dá ao longo dos anos, perdurando por gerações. Ou seja: você compra um apartamento, utiliza e, caso decida manter a propriedade pela vida toda, deixa como legado para seus filhos. Eles, ao recebê-lo, têm a mesma chance de usar o imóvel e passá-lo para a próxima geração.

Esse bem pode ser convertido em renda por meio da locação, o que vai conferir a ele uma qualidade da qual trataremos a seguir: rentabilidade.

4. Potencial fonte de renda
Sair do aluguel e comprar o primeiro imóvel é uma importante conquista que, para a maioria das pessoas, demanda planejamento e organização financeira. A recompensa desse esforço é o patrimônio que se começa a formar. Com a maior estabilidade econômica alcançada com essa primeira aquisição imobiliária, você pode investir em outro imóvel.

Fazer esse novo investimento e manter o imóvel anterior permite que, além de ampliar seu patrimônio, você também possa alugar o apartamento do qual vai se mudar. Desse modo, você passa a contar com a renda de um aluguel, que pode inclusive ser usada para pagar as parcelas do financiamento do bem recém-adquirido.

Você inicia, assim, um ciclo que poderá ter continuidade com a compra de novos imóveis, que aumentarão a renda e permitirão a compra de mais apartamentos. Ou seja, você obtém ganhos com seu imóvel e ele não perde o valor, mantendo-o e contando com alta perspectiva de valorização.

5. Boas perspectivas de valorização
Em prazo maior ou menor, dependendo da época, um imóvel sempre valoriza, o que é essencial para qualquer investimento. Claro que o grau de valorização vai depender de diversos fatores, podendo ser maior ou menor. Imóveis comprados na planta, por exemplo, podem ser vendidos quando prontos e dar bons lucros a seus proprietários.

Importante ter em mente que investimentos imobiliários dão melhores resultados no médio e longo prazo e que lucrar com imóveis é uma realidade ligada a diferentes fatores. Dentre as razões de valorização imobiliária está a quantidade de ofertas da modalidade do imóvel em determinada localidade, suas características e outras especificidades.

Vale destacar que a valorização imobiliária se beneficia da constante e crescente necessidade das pessoas por moradia, principalmente nos maiores centros urbanos.

6. Liquidez
Segurança, durabilidade, rentabilidade e valorização se aliam à liquidez, considerando-se que o dinheiro aplicado em um imóvel retorna ao investidor: tanto em aluguéis, quando é o caso, como na ocasião da venda.

É preciso pensar que a vida muda e, com as mudanças, surgem novas necessidades de investimentos, o que exige que o patrimônio tenha liquidez, ou seja, que possa ser vendido com facilidade e transformado em dinheiro.

Deve-se atentar para o fato de que o mercado imobiliário passa por momentos de maior ou de menor liquidez, porém, pelo preço certo, um imóvel sempre encontra um comprador quando surge a necessidade de dinheiro vivo.

7. Motivador de economia
Para quem não possui perfil poupador e encontra sérias dificuldades para reservar algum dinheiro, comprar um imóvel financiado é um jeito de mudar hábitos e aumentar a segurança para o futuro.

Perceba que, nesse caso, imóveis na planta ou em fases iniciais de construção são as aquisições mais indicadas, porque os lançamentos imobiliários têm valores convidativos, sendo perfeitos para se começar a construir um patrimônio.

Quem mora de aluguel, então, ao separar uma parcela dos ganhos mensais para a aquisição do apartamento próprio está fazendo um investimento duplamente inteligente: em estabilidade e melhoria de condição econômica.

8. Saída do aluguel
Mês após mês, você vê o aluguel consumir uma parte importante dos seus ganhos e, mesmo assim, convive com incertezas quanto à moradia, já que não tem seu próprio imóvel. O pagamento do aluguel é um péssimo investimento, uma vez que o dinheiro só resolve temporariamente a questão do morar e jamais retorna para o locatário.

Essa situação desconfortável atinge não só a vida financeira, mas todos os aspectos do cotidiano de quem vive de aluguel. Essa problemática toda se resolve logo que você compra um apartamento, um lugar para chamar de seu, decorar como quiser e viver o tempo que bem entender.

9. Realização de meta
Um dos melhores motivos que podem levar alguém a investir em imóvel é a realização do sonho da casa própria. Essa perspectiva representa uma conquista muito importante na vida das pessoas e sempre deve ser vista como uma meta. Além de estar livre do aluguel, quem mora no que é seu passa a ter total autonomia sobre o imóvel que ocupa.

Com isso, pode redecorar ambientes à vontade e deixar o apartamento confortável ao máximo: trocar pisos e outros revestimentos, instalar armários embutidos e demais móveis planejados são algumas possibilidades. Vale lembrar que essas e outras adequações do espaço somente podem ser realizadas em imóveis alugados com a expressa autorização do proprietário.

Estar em sua própria casa é também experimentar a segurança de só mudar de endereço quando e como você quiser, o que resulta em poder programar com mais tranquilidade o seu amanhã.

Não há mais dúvidas de que investir em imóveis e ter a sua própria casa é uma opção rentável, além de uma realização pessoal. Para ajudar você a alcançar este objetivo, é importante conhecer também os 6 maiores hábitos que impedem você de economizar dinheiro.

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quinta-feira, 15 de agosto de 2019

A próxima Palestra do Condomínio em Foco:
Segurança do Trabalho, Gestão de Epis nos Condomínios
Workshop com as seguintes abordagens: ·  
     Orientar os síndicos e administradores sobre como fazer a gestão de equipamentos de proteção individual (EPI´s) em condomínios, de forma simples e prática.
    Necessidade de elaboração dos programas exigidos pela legislação trabalhista e previdenciária (PPRA, PCMSO, LTCAT, (Laudo de Insalubridade e Periculosidade)


Como definir a missão, visão e os valores do seu negócio imobiliário?
por Tainan Oliveira  / 

Todo negócio surge com alguma motivação dentro do mercado e a sua imobiliária não é diferente disso. Você, corretor, em meio ao dia-a-dia de vendas e visitação, pode acabar esquecendo ou perdendo um pouco da missão, visão e dos valores da sua imobiliária.

Existe uma grande discussão existencial em torno disso: a ideia de querer mudar o mundo e torná-lo um lugar melhor perpassa a missão de vários (ou quase todos) empreendimentos pelo planeta. Todos queremos tornar o mundo um lugar melhor, mas além disso é importante entender qual a missão, visão e os valores que lhe mantém em atuação.

São esses três termos que determinam o propósito da sua empresa, e também facilitam com que as pessoas que atuam ali dentro entendam por que estão realizando aquela atividade e onde esperam chegar.

No caso dos corretores de imóveis e imobiliárias, a missão, visão e os valores servem para engajar os integrantes e clientes do negócio. Eles carregam os princípios da sua imobiliária, o que ela busca conquistar e quais são as convicções utilizadas neste caminho.

Digamos que você é um corretor de imóveis autônomo e está pensando em montar uma imobiliária junto com alguns amigos, mas não sabe por onde iniciar. Lembre-se que, desde a base da administração e da própria estrutura de vendas, sabemos que a sobrevivência de um negócio sem propósito é muito difícil. As suas atitudes e os seus objetivos dentro do mercado são as caracteristicas que irão definir quais escolhas realizar.

A missão, visão e os valores da sua imobiliária serão os três primeiros itens a serem pensados, visto que uma gama de possibilidades irá se abrir. Através deles, você poderá:

Identificar aqueles negócios em que irá atuar;
Buscar novos profissionais que enquadram-se no seu tipo de negócio;
Realizar o planejamento estratégico da sua empresa;
Conquistar clientes conscientes do seu estilo de negócio;
Motivar sua equipe de trabalho e mantê-la focada no objetivo da imobiliária.
Ao definir a missão, visão e os valores do seu negócio, você estará abrindo espaço para que os fatores internos sejam trabalhados de forma organizada e com atenção. É impossível corrigir erros estruturais dentro da sua imobiliária, caso não exista nem a espinha dorsal do negócio.

Atente-se também para a visibilidade desses conceitos dentro e fora da sua organização. Invista em dinâmicas que explorem a missão, visão e os valores da sua imobiliária dentro do cronograma de trabalho dos integrantes. Publique na página institucional da sua imobiliária e permita com que seus clientes acessem e entendam as motivações do seu negócio.

Como realizar o planejamento estratégico e definir a missão, visão e os valores da sua imobiliária:

Missão
Você sabe qual a missão da sua imobiliária? Bom, esse conceito aborda o propósito da sua empresa e fundamenta o seu trabalho em uma finalidade: quem é você e como é a sua empresa? por que você trabalha com isso? Por que você é corretor de imóveis? O que você faz?

A missão explora a identidade do seu negócio, revelando aos clientes como a imobiliária está colocada dentro do mercado. Ela é uma declaração sucinta do que sua empresa se propõe a realizar e por que ela está funcionando, todos os integrantes da sua imobiliária, seja corretor de imóveis ou gestor, devem estar ciente da missão.

Um exemplo de missão poderia ser algo semelhante a satisfação das necessidades do cliente, prezando por um atendimento transparente de qualidade.

Visão
Enquanto a missão representa o propósito e a identidade da sua imobiliária, a visão chega para definir os planos e objetivos, ou seja, o que sua empresa será no futuro. A visão é algo com prazo para ocorrer, ela não é uniforme e estável como a missão, já que você poderá conquistar determinado objetivo e alterar os planos para subir ainda mais dentro do mercado. Ela pode ser resumida como a direção em que a sua imobiliária deseja seguir.

A visão é composta tanto pela ideia do que sua imobiliária deseja se tornar juntamente ao por que ela quer atingir esse objetivo. É importante que você chegue a esse caminho e construa coletivamente com todos os membros da empresa, a visão deverá trazer orgulho para quem está atuando no trabalho.

Um exemplo de visão pode ser considerada o reconhecimento da excelência do serviço imobiliário, promovendo confiança e satisfação dentro do mercado.

Valores
Você já definiu qual o propósito da sua imobiliária e onde ela irá chegar, agora está na hora de descobrir como você irá atingir esses objetivos. Os valores são nada mais do que as ferramentas que a sua empresa irá utilizar durante a atuação no mercado, as características e principais crenças da sua imobiliária.

Como ela irá enxergar o cliente? Como será a organização? Como seus clientes devem se sentir? Quais serão as qualidades mais priorizadas durante o serviço? Essas são algumas das perguntas que os valores devem responder.

Sempre tente fugir de clichês como respeito, confiança, atenção… eles são muito importantes para a sua imobiliária, porém também são considerados itens básicos e não irão trazer um diferencial para o seu trabalho.

A missão, visão e os valores podem funcionar como uma espécie de manual de funcionamento para a sua imobiliária, onde você irá encontrar onde quer sua empresa, por que quer isso e como chegar até lá.

A Jetimob se preocupa com a sua imobiliária e tenta ao máximo promover a integração entre as diferentes áreas da carreira de corretor de imóveis. É através de fundamentos como estes que o seu negócio possui uma base sólida de pode alcançar grandes objetivos.
https://www.jetimob.com/blog/missao-visao-e-os-valores-da-imobiliaria/