sábado, 5 de outubro de 2019

Este apartamento localizado na Av Alberto Bins, 456 – 8º andar, próximo ao Hotel Plaza São Rafael e a Igreja São José, está a venda. por R$350.000. Composto de 2 dormitórios, 2 banheiros, sendo 1 suite, sala, copa, cozinha, dependência de empregada, sacada e área de serviço e possuí 84 m2 de área privativa. O condomínio está R$600, são apenas 4 apartamentos por andar e o IPTU é isento. 

sábado, 28 de setembro de 2019


28 DE SETEMBRO DE 2019
COM PEDIDO DE URGÊNCIA

Leite quer mudar 480 pontos do Código Ambiental



O governo do Estado apresentou, na sexta-feira, a proposta de um novo Código de Meio Ambiente para o Rio Grande do Sul, prevendo a alteração de, ao menos, 480 pontos da legislação atualmente em vigor. O projeto muda, retira e inclui itens que tratam sobre licenciamento ambiental, áreas de proteção permanente, unidades de conservação, fiscalização, aplicação de multas e revisão de taxas, entre outros pontos.

No lançamento da proposição, no Palácio Piratini, o governador Eduardo Leite confirmou que enviará o texto à Assembleia Legislativa em regime de urgência, ou seja, com prazo máximo de 30 dias para discussão e votação. O trâmite também elimina a necessidade de análise nas comissões de mérito, como a de Saúde e a de Meio Ambiente - Leite argumenta que mudanças no código ambiental já foram debatidas em subcomissão parlamentar da Casa em 2016.

O governo avalia que o projeto irá aumentar o "equilíbrio entre a proteção ambiental e o desenvolvimento socioeconômico".

Um dos itens polêmicos do projeto diz respeito à implementação do autolicenciamento ambiental. O formato, já utilizado em Santa Catarina, na Bahia e no Ceará, permite que o empresário, para algumas atividades produtivas, emita a licença ambiental pela internet a partir do envio de documentos e da autodeclaração de informações.

- Em até 48 horas é possível fazer o check list (dos documentos pela internet) e aí a licença estaria expedida - projetou o secretário do Meio Ambiente Artur Lemos.

Se aprovado o código, o governo planeja aplicar o autolicenciamento para cerca de 20 atividades produtivas - como armazenamento de pescados, produção de erva-mate e silvicultura. Caberá ao Conselho Estadual de Meio Ambiente definir os setores incluídos.

O Piratini batizou o novo modelo de Licença Ambiental por Compromisso, e rejeita a classificação de autolicenciamento.

- Não é autolicenciamento, como propagam muitos por aí. A própria imprensa tem, de forma equivocada, bebido de fontes que se equivocam ao abordar esse tema. A Licença Ambiental por Compromisso não é simples autodeclaração. As atividades que serão pertinentes e colocadas para essa ferramenta serão decididas pelo órgão ambiental que tem participação da sociedade civil, que é o Conselho Estadual de Meio Ambiente - declarou Leite.

Neste ano, o Estado fiscalizou 3 mil empreendimentos na área ambiental e autuou 25% deles.

Reação

O Ministério Público Ambiental informou que já pediu ao governo que o texto tramite sem urgência na Assembleia, argumentando que o tema merece ser amplamente debatido pela sociedade. Sob a tutela de Daniel Martini, coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, um grupo de trabalho de promotores foi constituído para analisar a proposta de Leite.

GABRIEL JACOBSEN

terça-feira, 17 de setembro de 2019

A Experiência do Cliente: protagonismo e inteligência competitiva


Por Jairo Martins, presidente executivo da FNQ

Diante de cenários cada vez incertos, disruptivos e competitivos, entregar valor, com eficiência, eficácia, qualidade e atendendo às necessidades de todas as partes interessadas passou a ser o grande desafio da gestão organizacional. Em um ambiente de tantas ofertas é imperativo que, no mínimo, as empresas produzam sempre mais com menos recursos: escala com qualidade, a custo baixo e mais rápido.
No centro da sociedade, que engloba todas as partes interessadas, está o CLIENTE, que deixou de ser um mero cliente-consumidor para ser um cliente-protagonista. Isso foi muito bem retratado pela célebre frase de Henry Ford, que disse, há exatos 100 anos: “O cliente pode ter o carro da cor que quiser, contanto que seja preta”.
No mercado atual, qualquer vantagem isolada certamente será passageira. As empresas precisam aprender a construir um novo caminho para o sucesso, identificando oportunidades rapidamente, explorando-as com decisão e transformando-se para diferenciar-se, partindo para a próxima antes mesmo de elas se exaurirem. É o fim da vantagem competitiva. O CLIENTE-PROTAGONISTA não está exigindo apenas que o produto e o serviço sejam “adequados ao uso”, não se limitando a escolher pelo preço, mas questionando como, por quem e onde eles são produzidos, que impactos causam no meio ambiente e se a empresa é idônea ou corrupta.
A Experiência do Cliente passa a ser o grande insumo para prover Inteligência Competitiva a uma organização, utilizando-se da tecnologia adequada, capturando e integrando dados, analisando e reportando informações, adquirindo conhecimento, decidindo, agindo, aprendendo com os resultados das ações, inovando, promovendo transformações e gerando valor.
Trata-se de uma nova ordem, regida por regras e padrões transparentes – condição sine qua non para a sobrevivência empresarial. Para tanto, a Gestão Organizacional, como já disseminada pela FNQ – Fundação Nacional da Qualidade, por meio do MEG 21 (Modelo de Excelência da Gestão – 21ª edição) passa a ser orientada por novos fundamentos da excelência: Liderança Transformadora, Pensamento Sistêmico, Compromisso com as Partes Interessadas, Desenvolvimento Sustentável, Orientação por Processos, Adaptabilidade, Aprendizagem Organizacional e Inovação e, por fim, Geração de Valor.
Os fundamentos da gestão devem fornecer clareza em um mundo em rápida transformação, garantindo que as organizações não se percam na dinâmica agenda mundial, priorizando o CLIENTE, que passa a ditar as regras e a ser o grande impulsionador das transformações que o mundo clama: economicamente sustentável, socialmente justo, ambientalmente responsável e eticamente transparente.
Feliz DIA DO CLIENTE é o que deseja a FNQ.

terça-feira, 3 de setembro de 2019



03 DE SETEMBRO DE 2019
PORTO ALEGRE

Número de espaços comerciais para alugar duplica desde 2014

Somando salas, lojas e casas destinadas aos negócios, quantidade de locais vagos cresceu de 3.354 para 6.589 em cinco anos
Nos últimos cinco anos, quase dobrou o número de casas, lojas e salas comerciais desocupadas na Capital, segundo o Sindicato Intermunicipal das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis e dos Condomínios Residenciais e Comerciais no Estado (Secovi-RS). Somados os três tipos de espaços, há 6.589 locais vagos, contra 3.354 de cinco anos atrás (aumento de 96%).

O levantamento aponta que, em julho de 2014, 2.053 salas eram anunciadas pelas imobiliárias da Capital, saldo que subiu para 4.467 em julho de 2019 - crescimento de 117%. No mesmo período, o número de lojas sem locatário ampliou- se em 79% (de 1.010 para 1.808) e o de casas comerciais variou 7,9% (de 291 para 314).

Presidente do Secovi-RS, Moacyr Schukster atribuiu a situação à economia no país.

- Sem emprego, as pessoas não têm dinheiro. E, sem dinheiro, não gastam. Sem confiança em se estabelecer, o empreendedor não tem coragem de ir adiante, de alugar um espaço ou abrir filial - afirma, acrescentando que "há esperança" na retomada e que "negócios imobiliários continuam a se realizar", mesmo em menor número.

O professor de Economia da UFRGS Marcelo Portugal vai na mesma linha: afirma que o Brasil está "andando de lado" desde o aprofundamento da crise em 2014 e os negócios ainda sentem os reflexos.

Coworking

Em Porto Alegre, de 2014 a 2017, 28.986 empresas deixaram de operar, contra 20.622 que se instalaram ou abriram filiais na Capital. Os números referentes aos alvarás voltaram a crescer em 2018, quando 15 mil empresas tiveram licença expedida, contra 8.746 baixas. Essa mudança de perspectiva deixa esperançoso o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Eduardo Cidade. Ele pondera que o número de imóveis vagos está relacionado ao enxugamento das estruturas das grandes corporações.

- Os bancos privados antes tinham várias regionais e agora tudo está em local único, reduzindo o número de imóveis utilizados - ressalta o secretário.

Na última semana, a Ford anunciou o fechamento de um escritório na Avenida Carlos Gomes. O atendimento às concessionárias passará a ser concentrado em São Paulo. Também entre 2014 e 2017, 300 CNPJs foram desligados, ante 158 emitidos, na Avenida Carlos Gomes.

- Grandes empresas estão nos deixando. A tecnologia também eliminou empregos - reforça o presidente do Secovi-RS.

Para além dos números da economia, há mudança de comportamento por trás do aumento de imóveis comerciais desocupados. O trabalho exercido em casa - home office - e os escritórios compartilhados - coworking - impactam nos dados. É o que o presidente Schukster chama de "reflexo de novos tempos". No bairro Moinhos de Vento há quatro anos, a Upworks oferece cinco salas privativas, de seis metros quadrados a nove metros quadrados, com capacidade de reunir até três pessoas. De acordo com o proprietário, João Carlos Saba, 80% do espaço está ocupado:

- A procura de quem vem aqui é para reduzir custos, encontrando estrutura pronta. Há desde jovens a aposentados ou empresários que desistiram de ter sala própria, abrindo mão de ter de fazer reformas ou investimento em mobiliário.

Com R$ 1,4 mil mensais, quem procura a empresa tem internet, água, luz e telefone, além de limpeza e manutenção inclusos. Outro local com espaços colaborativos é a Vox Coworking, no bairro Rio Branco.

- As pessoas comentam que aqui chega a ser até um terço do valor, pois não têm de arcar com IPTU, recepcionista e mobília. Chegam e trabalham - afirma o empreendedor Nei Nadvorny, 58 anos.

TIAGO BOFF

sexta-feira, 30 de agosto de 2019


Como será a habitação em 10 anos?

AGÊNCIA CBIC30/08/2019

Planejamento estratégico a longo prazo é debatido em workshop do BNDES


Com o objetivo de explorar alternativas para estruturar projetos municipais em parceria com a iniciativa privada e apoiar os municípios na realização de planejamento estratégico a longo prazo, o workshop ‘Originando oportunidades para o BNDES – estruturação de projetos para o setor público’foi realizado nesta quinta-feira (29), no Rio de Janeiro. O consultor Silvio Barros foi representando a Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC) no evento promovido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Com atuação nacional na defesa do municipalismo, Silvio Barros, que foi prefeito de Maringá de 2005 a 2012, é coordenador do programa “O Futuro da Minha cidade”, da CBIC. Segundo Barros, o BNDES, que está passando por um processo de reestruturação e pretende se tornar mais um banco de serviços aos municípios, se interessou sobre a proposta da CBIC de governança compartilhada, onde a sociedade protege os projetos para que não haja descontinuidade. “Para isso acontecer os municípios precisam estar preparados para pleitear recursos e apresentar projetos que sejam financiáveis pelo banco, e uma das grandes preocupações deles é que sejam projetos estruturantes, transformadores, sabendo que esses projetos não se concluem em uma gestão”.
Barros explicou que o BNDES quer saber mais sobre os mecanismos de governança e se é possível contar com isso para identificar planos que são estruturantes, o que inclui até projetos de engenharia, desde que seja assegurado que o dinheiro será bem empenhado. “O BNDES pediu mais informações sobre nossos casos de sucesso e perguntou se é possível abranger de forma genérica para outros municípios”. Sobre o questionamento, Barros deixou claro que tem locais que estão maduros para receber o projeto e outros não. “Para não errar e investir errado, tem-se que analisar com cuidado quais são os municípios que efetivamente tem maturidade para dar esse passo. Essa foi uma primeira reunião, mas abriu-se uma porta muito interessante”, concluiu.
Para o representante do Conselho de Desenvolvimento Econômico Sustentável do Distrito Federal (Codese Distrito Federal), Paulo Muniz, as discussões giraram em torno da preparação das cidades para enfrentar o futuro. “A exemplo do projeto ‘O DF que a gente quer’, onde temos metas e ações pré-definidas por nossas 19 câmaras temáticas, com um marco em 2030, precisamos hoje de um master plano. Ou seja, um dos pontos que consideramos importante para a atuação do BNDES seria no desenvolvimento desse master plano”.
Muniz falou também sobre a importância do papel da CBIC nas tratativas desse tema. “Acho que a CBIC tem que entrar no circuito porque é uma grande oportunidade de acelerar o processo de instalação de Codeses em outros municípios”, explicou Muniz.
Já Renato Rezende, que representou o Conselho de Desenvolvimento Econômico Sustentável de Uberlândia (Coden/Uberlândia), falou um pouco da sua experiência e de outros conselhos para fazer planejamento a longo prazo, e quais são as propostas para ter uma interação entre o banco e os conselhos. “Houve um debate sobre como o financiamento do BNDES aos municípios pode ter um impacto a longo prazo. O evento foi uma forma de estimular a criação de alguma linha de financiamento, que mesmo na véspera das eleições municipais pelo Brasil, incentive o master plano dos municípios, olhando o tecido urbanístico e a questão das vocações econômicas”.
Rezende debateu ainda sobre qual instrumento poderia ser usado para que o banco financiasse e não se perdesse como plataforma de reeleição nos municípios. “Falamos as experiências dos conselhos. Essa reunião vai servir como base para a formatação de novos produtos do BNDES para desenvolvimento de municípios. Eles não querem abrigar esses aportes somente na prefeitura, porque vai perder a gestão a longo prazo, então talvez nossos conselhos sejam a via do meio disso, pois todos temos experiência com gestão pública, além de um relacionamento com a sociedade civil”.
Também palestraram no evento Antônio Azevedo representando o Conselho de Desenvolvimento Econômico Sustentável de Manaus (Codese Manaus), Paulo Muniz, representando o Conselho de Desenvolvimento Econômico Sustentável do Distrito Federal (Codese Distrito Federal) e Dilson Dalpiaz representando o Conselho de Desenvolvimento Econômico Sustentável de Uberlândia (Coden Uberlândia).

quinta-feira, 29 de agosto de 2019



Construção acumula 20 trimestres de queda
A expectativa é que a construção tenha encolhido 1,8% no segundo trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior

Dono da Zara aposta em mercado imobiliário prime dos EUA

Atividade e emprego na construção têm melhor nível em 6 anos, diz CNI

Apesar dos esforços para tentar reativar o mercado imobiliário no País, a atividade da construção permanece em recessão. Já são 20 trimestres consecutivos de perdas, que devem ser sucedidos por nova queda no segundo trimestre deste ano, segundo cálculos do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) obtidos pelo Estadão/Broadcast.

A expectativa é que a construção tenha encolhido 1,8% no segundo trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com dados desagregados do Monitor do PIB (Produto Interno Bruto) da FGV. O resultado oficial das Contas Nacionais será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na próxima quinta-feira, 5.

Considerando as nove recessões registradas pelo País, esta é a primeira vez que a construção encolhe já no período de expansão da economia (pós-recessão).

"Como a construção é uma atividade que emprega muita gente também, isso acaba tendo reflexo no mercado de trabalho", observou a economista Juliana Trece, pesquisadora do Ibre/FGV.

Desde o primeiro trimestre de 2014, a construção já encolheu 31%, retornando ao patamar de dez anos atrás. No atual período de expansão da economia - iniciado no primeiro trimestre de 2017 até o primeiro trimestre de 2019 -, a atividade de construção acumulou uma perda de 6,7%. O setor, que corresponde a praticamente metade dos investimentos na economia, teria de avançar 46,7% para retornar ao nível pré-crise.

Para o coordenador do Monitor do PIB-FGV, Claudio Considera, o esforço recente feito pela equipe econômica do governo para aumentar as transações imobiliárias - via crédito ao consumidor com taxas de juros mais baixas e correção do saldo devedor pela inflação oficial, o IPCA - não deve ter a eficácia esperada para alavancar o setor de construção.

"Acho pouco provável, porque com a taxa de desemprego muito elevada e com o endividamento crescendo, as famílias não vão se endividar no longo prazo. Ainda mais do jeito que estão fazendo, baixando juros, mas com risco de assumir o peso de uma inflação mais adiante", avaliou Considera. A retomada de obras federais que estão paralisadas é o caminho mais rápido para tirar a economia brasileira da paralisia em que se encontra, defendeu Considera.

"Isso (o gasto público com obras) não bate no primário, não bate na regra de ouro, porque investimento não conta. Bate no teto de gastos. Fure o teto de gastos! Faça o que tem de fazer, porque há uma urgência de cuidar de 13 milhões de desempregados, quatro milhões de desalentados, mais quatro milhões de subempregados", opinou Claudio Considera.

Segundo o coordenador do Monitor do PIB, a elevada capacidade ociosa em diversos segmentos da economia - como indústria, comércio e serviços - deve inibir um salto significativo nos investimentos em máquinas e equipamentos, restando a construção como via alternativa para fazer a atividade econômica voltar a girar.

Obras paradas

O Brasil tem 14.403 obras paralisadas ou inacabadas, financiadas com recursos federais, segundo levantamento feito pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em 2018 e levado a plenário em maio deste ano. "Mais de um terço das obras que deveriam estar em andamento pelo País, cerca de 37%, não tiveram avanço ou apresentaram baixíssima execução nos últimos três meses analisados em cada caso. Juntas, elas alcançam um investimento previsto de R$ 144 bilhões, dos quais R$ 10 bilhões já foram aplicados", apontou o TCU na síntese da auditoria operacional sobre obras paralisadas.

Para o TCU, as consequências da paralisação das obras vão muito além dos recursos desperdiçados e são "extremamente nocivas" para o País.

"Entre outros efeitos negativos, podem ser citados os serviços que deixam de ser prestados à população, os prejuízos ao crescimento econômico do País e os empregos que não são gerados. São mais de R$ 132 bilhões que deixaram de ser injetados na economia. Apenas no tocante aos recursos destinados às creches do Programa Proinfância, 75 mil vagas deixaram de ser criadas e oferecidas à população", diagnosticou o TCU, na síntese da auditoria.

Potencial de recuperação. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) calcula que os investimentos em construção civil tenham crescido 0,6% no segundo trimestre de 2019 em relação ao primeiro trimestre do ano, ainda bastante aquém do necessário para que volte ao patamar pré-crise. O potencial para alavancar o setor deve vir do segmento de infraestrutura, corroborou Leonardo Melo de Carvalho, técnico de planejamento e pesquisa da diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea.